Atendimento especializado · Climatério e Menopausa

Fogachos, insônia, alterações de humor ou queda da libido?

A menopausa é uma nova fase — não uma doença. Mas seus sintomas podem impactar profundamente sono, humor, vida sexual, ossos e coração. Com avaliação individualizada e terapia baseada em evidências, é possível viver essa transição com bem-estar.

Dr. Danilo Koga Morimoto · CRM-MG 60.576 · RQE 29406 (Ginecologia e Obstetrícia)

Ilustração botânica acolhedora em tons de pêssego, terracota e verde salvia, representando a transição da menopausa com serenidade e cuidado

Informação

O que é a menopausa e o climatério

O climatério é a fase de transição entre o período reprodutivo e a pós-menopausa. É marcado por mudanças hormonais progressivas, com queda da produção ovariana de estrogênio e progesterona, e pode durar vários anos.

A menopausa corresponde ao último período menstrual — um marco confirmado retrospectivamente, após 12 meses consecutivos sem menstruar. Ocorre, em média, entre os 45 e 55 anos.

Antes desse marco existe a perimenopausa, quando os ciclos ficam irregulares e os primeiros sintomas costumam aparecer. Cada mulher vive essa fase de um jeito único — e o cuidado deve ser igualmente individualizado.

Marcos dessa transição

  • Perimenopausa: ciclos irregulares e primeiros sintomas
  • Menopausa: último período menstrual (12 meses sem menstruar)
  • Pós-menopausa: fase após a menopausa, com foco em saúde óssea e cardiovascular
  • Idade média no Brasil: entre 45 e 55 anos

Sinais de alerta

Sintomas que vão além dos fogachos

Fogachos e sudorese noturna

Ondas de calor súbitas, com rubor e suor — os sintomas vasomotores mais clássicos.

Alterações do sono

Insônia, despertares noturnos e sono não reparador, muitas vezes ligados aos fogachos.

Humor e ansiedade

Irritabilidade, ansiedade e sintomas depressivos, especialmente na perimenopausa.

Secura vaginal e dor na relação

Síndrome geniturinária da menopausa: ressecamento, ardência e dispareunia.

Queda da libido

Diminuição do desejo sexual, influenciada por hormônios, sono e bem-estar geral.

Alterações urinárias

Urgência miccional e infecções urinárias de repetição associadas à atrofia genital.

Ganho de peso e alterações metabólicas

Redistribuição de gordura, resistência à insulina e alterações no colesterol.

Perda de massa óssea

Aceleração da perda óssea e maior risco de osteopenia e osteoporose.

"Névoa mental" e memória

Dificuldade de concentração, lapsos de memória e queixas cognitivas leves.

Pele, cabelo e mucosas

Ressecamento, perda de elasticidade da pele e afinamento capilar.

Palpitações e risco cardiovascular

Palpitações e aumento gradual do risco cardiovascular após a menopausa.

Este conteúdo é educativo e não substitui uma consulta médica. Apenas uma avaliação individualizada pode definir a melhor conduta para cada mulher.

Como avaliamos

Uma avaliação completa dessa fase

  1. 1

    Anamnese detalhada

    Histórico menstrual, sintomas, antecedentes pessoais e familiares, estilo de vida e objetivos.

  2. 2

    Exame ginecológico

    Avaliação clínica completa, incluindo saúde vulvovaginal e mamária.

  3. 3

    Exames laboratoriais

    Perfil hormonal, tireoide, glicemia, colesterol e outros exames conforme indicação clínica.

  4. 4

    Densitometria óssea

    Avaliação da densidade mineral óssea para diagnóstico de osteopenia e osteoporose.

  5. 5

    Risco cardiovascular

    Estratificação de risco cardiovascular, pressão arterial e marcadores metabólicos.

  6. 6

    Plano individualizado

    Decisão compartilhada sobre acompanhamento, terapia hormonal e mudanças de estilo de vida.

Cuidado baseado em evidências

Terapia de Reposição Hormonal: importância e benefícios

Alívio dos sintomas vasomotores e do sono

É considerada, segundo diretrizes atuais, uma das opções mais eficazes para o controle de fogachos, sudorese noturna e insônia relacionada.

Saúde geniturinária e função sexual

Melhora significativa da secura vaginal, da dispareunia e das queixas urinárias, com opções sistêmicas ou tópicas.

Prevenção da perda óssea

Pode contribuir para reduzir a perda de massa óssea e o risco de fraturas osteoporóticas, especialmente em mulheres mais jovens, conforme avaliação individual.

Benefício cardiovascular na janela de oportunidade

Quando iniciada até 10 anos da menopausa ou antes dos 60 anos, pode oferecer benefício cardiovascular.

Qualidade de vida, humor e cognição

Impacto positivo em bem-estar geral, humor e queixas cognitivas leves em muitas mulheres.

Terapia individualizada

Tipo (estrogênio isolado ou com progestagênio), via (oral, transdérmica, vaginal) e dose ajustados ao seu perfil.

Decisão compartilhada, sempre

A indicação, os benefícios e os potenciais riscos da terapia hormonal são avaliados caso a caso, considerando histórico pessoal, antecedentes familiares e contraindicações. Seguimos diretrizes atualizadas da FEBRASGO, da The Menopause Society (NAMS) e da International Menopause Society (IMS). Existem também alternativas não hormonais eficazes para quem tem contraindicação ou opta por não usar hormônios.

Este conteúdo é educativo e não substitui uma consulta médica. A decisão sobre terapia hormonal é sempre compartilhada e baseada em risco-benefício individual.

Sobre

Quem irá te acolher

Foto do Dr. Danilo Koga Morimoto, ginecologista e obstetra em Uberaba, especializado em climatério, menopausa, reprodução humana e ultrassonografia ginecológica

Dr. Danilo Koga Morimoto

CRM-MG 60.576

RQE 29406 (Ginecologia e Obstetrícia)

Atuação especializada em Ginecologia Endócrina, Climatério e Menopausa, Reprodução Humana, Endoscopia Ginecológica e Ultrassonografia Obstétrica e Ginecológica. O atendimento é baseado em escuta ativa, decisão compartilhada e evidências científicas atualizadas.

  • Avaliação e acompanhamento individualizado em climatério e menopausa
  • Terapia hormonal personalizada, com foco em segurança e qualidade de vida
  • Cuidado integrado com saúde óssea, cardiovascular e bem-estar emocional

Experiências

O que dizem as pacientes

"Meu médico da vida! Sempre muito solícito, com um atendimento muito acima da média. Atencioso, tira todas as dúvidas com paciência e cuidado. Vale cada centavo do investimento!"
Brenda F.
"Fui atendida na clínica do Dr. Danilo e gostei bastante. Ele foi super atencioso, explicou tudo com calma e me passou bastante confiança. A clínica é bem cuidada, tem um ambiente agradável."
Thais L.
"Excelente profissional! Atencioso na avaliação e se preocupa em explicar os resultados dos exames. Também acompanha pós atendimento. Recomendo."
Fernando C.
"Atendimento diferenciado, desde a secretária ao doutor Danilo. Muito atencioso, só tenho a agradecer."
Camila M.
"Médico muito atencioso, tem clareza, atende no horário. Recomendo."
Eliane B.

Avaliações reais de pacientes, publicadas com base em avaliações públicas do Google. Nomes parcialmente ocultados por privacidade. Relatos individuais não representam garantia ou previsão de resultado clínico.

Referências

Fontes científicas

O conteúdo desta página é embasado em diretrizes e publicações de entidades médicas de referência em climatério e menopausa:

  1. FEBRASGO — Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Manual de Climatério.
  2. The Menopause Society (NAMS). The 2022 Hormone Therapy Position Statement.
  3. International Menopause Society (IMS). White Paper on Menopause.

Conteúdo revisado em julho de 2026 por Dr. Danilo Koga Morimoto (CRM-MG 60.576).

Dúvidas frequentes

Perguntas comuns

Toda mulher precisa de terapia de reposição hormonal?+

Não. A terapia hormonal é indicada para mulheres com sintomas que impactam a qualidade de vida ou com risco de complicações, como perda óssea acentuada. A decisão é individual, com base em risco-benefício.

Qual é o melhor momento para iniciar?+

Idealmente na chamada "janela de oportunidade": até 10 anos após a menopausa ou antes dos 60 anos, quando os benefícios costumam superar os riscos na maioria das mulheres saudáveis.

Quais são as principais contraindicações?+

Câncer de mama atual ou prévio hormônio-sensível, doença tromboembólica ativa, doença hepática grave, sangramento vaginal não investigado, entre outras. A avaliação é sempre individualizada.

A reposição hormonal aumenta o risco de câncer de mama?+

O risco absoluto é pequeno e depende do tipo de terapia, do tempo de uso e do perfil individual. Esse ponto é discutido em detalhes na consulta, junto de estratégias de rastreamento.

Existem alternativas não hormonais?+

Sim. Medicamentos não hormonais, terapias vaginais locais, mudanças de estilo de vida, exercício, sono e suporte à saúde mental têm papel importante — sozinhos ou combinados.

A consulta pode ser online?+

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